Gisela Camara

Produtora formada em Cinema e Vídeo com especialização em Documentário na London College of Communication, The London Institute, com MBA em Gestão Cultural na Universidade Cândido Mendes/Associação Brasileira de Gestão Cultural.

Atua no mercado de produção audiovisual desde 1996, desempenhando diversas funções dentro do departamento de produção em filmes de longa-metragem, publicidade e TV.

Realizou o longa-metragem documentário MENINAS (2006), dirigido por Sandra Werneck, no qual foi pesquisadora e Diretora Assistente. O longa teve sua estreia mundial no Festival de Berlim em 2006.

Produziu os filmes de longa-metragem PRAÇA SAENS PEÑA, 2009 (5 prêmios no CINE PE 2009), de Vinícius Reis, e 180º (2011) de Eduardo Vaisman (Premio do Publico Gramado 2010 e Festival de Miami) ambos em parceria com Luis Vidal na Limite Filmes.

Na El Desierto Filmes, em 2011-2013 produziu, com Jorge Durán, Gabriel Durán e Pedro Rossi, os longa-metragens NOITES DE REIS dirigido por Vinícius Reis e ROMANCE POLICIAL, de Jorge Durán. É produtora associada do longa-metragem NÃO SE PODE VIVER SEM AMOR (2010), de Jorge Durán, vencedor de três prêmios no Festival de Gramado 2010.

Entre 2012 e 2013 atuou como produtora executiva do departamento de televisão da LC Barreto/ Filmes do Equador, onde produziu séries para HBO, Multishow, Canal Brasil, e vídeos institucionais.

É produtora executiva dos filmes de longa-metragem ATRAVÉS DA SOMBRA (2016),  de Walter Lima Jr, QUASE MEMÓRIA (2018), de Ruy Guerra, e FALA SÉRIO, MÃE! (2017), de Pedro Vasconcelos com Ingrid Guimarães e Larissa Manoela.

É ainda produtora dos longa-metragens JOANA (A memória é um músculo da imaginação), coprodução da Videofilmes, Tacacá Filmes e Flauk Filmes, em finalização, e MONTANHA RUSSA, de Vinícius Reis, com produção da Tacacá Filmes, atualmente em pós-produção.

Notícias relacionadas

Arte e Resistência: Piano Forte no Arizona International Film Festival

Arte e Resistência: Piano Forte no Arizona International Film Festival

“Mede-se a grandeza de uma ideia pela resistência que ela provoca. ”, já dizia o filósofo pré-socrático Anáxagoras. A arte, quando usada como ferramenta de resistência, parece despertar ainda mais comoção e, em tempos de crise política, exerce um papel importante, é um instrumento que auxilia nas transformações. Em “Piano Forte”, a resistência transpira, seja […]