AIC lança nova logomarca e identidade visual

Você notou que a AIC tem uma nova logomarca? Em 2019, como parte das comemorações de seu aniversário de 15 anos, toda a linguagem visual da instituição foi repensada e reformulada – um projeto que está apenas começando a se mostrar ao público. Os responsáveis pelo projeto foram os profissionais da Regular Switch, uma agência de comunicação e design com equipes no Brasil e na França, criada pelo diretor de arte francês Julien Sappa.

“Eu misturei o digital e o real, o online e o offline, em uma coisa só, porque os dois precisam dialogar. O design envolve a reflexão sobre essa conexão”, diz Julien. Depois de construir uma carreira na França, o diretor de arte se mudou para São Paulo, onde atua há sete anos. Entre seus clientes nacionais, estão instituições como MIS, Masp e Sesc. “Não somos especializados em apenas um setor. Não queremos isso, porque estamos à procura do interlocutor, não do projeto”.

A proposta inicial era criar um novo site para a AIC. Julien relata que, observando o conteúdo e as necessidades técnicas da AIC, optou-se por recriar toda a comunicação (o chamado branding), para ter elementos com os quais se pudesse trabalhar na construção de um novo site, que está sendo construído.

Essa mudança de pensamento partiu da ideia de ressaltar o pioneirismo e a longa trajetória da AIC. Essa conclusão sobre a importância consolidada da escola, ao longo dos anos, foi um dos passos cruciais da criação da nova logomarca.

Foi através de um workshop na Academia Internacional de Cinema que os designers puderam extrair esse “DNA” da instituição e desenvolver o processo de criação da nova marca, com todo um universo visual pensado para apresentar uma fase de maturidade da AIC. “A logo de uma instituição deve ser simples, forte, impactante, concebida para superar o tempo. Nesse caso, os pilares também estão nos ícones utilizados nos equipamentos de gravação de vídeo: os símbolos de play, pause e stop”. Por isso, as letras da nova logomarca trazem essas referências imagéticas, representando uma escola que é feita para receber alunos com os perfis mais diversos.

A escolha tipográfica também foi pensada para sobreviver ao tempo, ou seja, permanecer atemporal e funcional. Já o espectro de cores foi trabalhando em preto e branco, mas possibilitando o desdobramento da marca de forma dinâmica, em aplicações no papel, em paredes ou banners digitais. “A marca institucional precisa se manter neutra, mas ao redor dela podem aparecer as cores”, observa Julien. Outro detalhe importante, na criação dessa nova linguagem da AIC, foi considerar sua escola-irmã nos Estados Unidos, a IAFA, para que as marcas pudessem formar uma verdadeira “família” e funcionar bem juntas.

A partir de agora, o público vai passar a identificar essa nova fase em todos os novos materiais que começam sair do forno.

*Texto Katia Kreutz


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