Diego Molina

Roteirista, dramaturgo, diretor de teatro, ator, cenógrafo e professor. Mestre em Teatro pela UNIRIO. Escreve para o programa “Zorra”, da Rede Globo, indicado ao Emmy Internacional de Melhor Programa de Humor. Foi colaborador dos programas “Noite de arrepiar” e “Casamento blindado” (Record), “Domingão do Faustão” (Rede Globo), “Comédia MTV”, “Sem análise” (Multishow) e do seriado aprovado pelo PRODAV "Dependentes" (com Bosco Brasil). Escreveu ainda o curta-metragem “Vice e versa”, vencedor do Prêmio de Melhor Comédia no Festival Claro Curtas 2008, e o longa-metragem “Floresta profunda” (com Bosco Brasil e Fidelys Fraga).

Trabalhos como autor em teatro: “Pequenos poderes", “Os trabalhadores do mar” (adaptação), “O espião que nós amamos” (com Bosco Brasil), “Woody Allen não se encontra”, “Ninguém mais vai ser bonzinho”, além de diversos esquetes, escritos também para o coletivo Clube da Cena e para o site Drama Diário.

É autor dos livros “Cena Impressa 1 e 2” e “Teatro Duse: o primeiro teatro-laboratório do Brasil”. Ganhou o Prêmio Shell em 2012 na Categoria Especial, com a Cia. Alfândega 88, pela ocupação do Teatro Serrador. Foi indicado ao Prêmio Faz Diferença 2010, com o grupo Os Inclusos e os Sisos, pelo trabalho em prol da inclusão na cultura.

Dirigiu espetáculos como: “Ela é meu marido”, “Quando ia me esquecendo de você”, “Radiofonias Brasileiras”, “War”, “Bette Davis e a máquina de Coca-Cola” e “Joaquim e as estrelas”.

Deu aulas na AIC, CAL, SBAT, PUC, Midrash Cultural, Biblioteca Parque e em diversas unidades do SESC pelo país. É jurado do Prêmio Zilka Sallaberry de teatro para infância e juventude desde 2015.

*Foto de Renato Marques