PRÓXIMA TURMA

Explore a história, a identidade, a estética e as motivações sociais do documentário latino-americano, desde os anos 50 até hoje

 

O curso de Documentário latino-americano é a escolha ideal para quem quer ter uma visão ampla do cinema documental da América Latina.

A proposta é apresentar a estética e as principais referências, escolas e manifestos de diferentes países, como Argentina, Chile, Brasil, Bolívia, Colômbia, Cuba e México.

Você também vai ter a experiência de colocar em prática a sua critividade, com exercícios de filmagem e edição.

 

No curso você vai:

  • Conhecer as origens do documentário latino-americano, suas primeiras escolas e os diferentes manifestos que surgiram nos anos 60
  • Entender as propostas para criar novas formas de linguagem no gênero documental e a crítica ao pensamento eurocêntrico nos anos 70
  • Observar como os avanços tecnológicos ajudaram a criar novas formas de produção nos anos 80, quando o documentáro ganha as ruas e a periferia

 

Dinâmica das aulas online

Além das aulas ao vivo o curso é composto por material de texto e vídeo, exercícios de engajamento para fixação do conteúdo e exercícios práticos com feedback do professor.

Você vai ter material para se dedicar pelo menos 9 horas por semana, sendo 4 horas para as aulas ao vivo, 2 horas para a leitura da apostila a realização dos exercícios de engajamento e 3 horas para a realização dos exercícios práticos e acompanhamento do feedback do professor.

O link de acesso ao curso será enviado uma hora antes da primeira aula começar.

 

GRADE CURRICULAR

• As raízes de uma identidade própria com Fernando Birri e o "Laboratório Ambulante de Poética Cinematográfica" na Escola de Santá Fé (ARG)

• A sincronicidade estética entre as realizações da escola de Santa Fé e documentários do cinema novo no Brasil. As influências do neorrealismo italiano.

• Os Manifestos do novo Cinema Latinoamericano: A Dialética do Espectador de Tomás Gutierrez Alea e os Cine Urgente de Santiago Alvarez em Cuba, o Tercer Cine de Fernando Solanas na Argentina e o Cine Junto al Pueblo, de Jorge Sanjinés na Bolivia

• Novas Propostas de linguagem e um olhar mais amplo sobre o gênero documental nos anos 70.

• O conceito de "Inconsciente Fotográfico" de Raul Ruiz (chileno exilado na Europa) e a "Nação Clandestina", do boliviano Jorge Sanjinés

• O Grupo de Cali, com Luis Ospina na Colômbia, e a leitura crítica aos "Vampiros da Miséria"
• Aproximações entre os gêneros documentário e ficção

• Novas ferramentas e novas formas, "Vídeos Periféricos", "Vídeo Popular", experiências de educação cidadã não-formal, numa perspectiva "freireana" de desenvolvimento comunitário

• O uso da metalinguagem, como proposta narrativa e também como forma de aproximar-se ao "ator social" observadas em filmes de Eduardo Coutinho ("Cabra Marcado para Morrer", 1984) e em "100 Niños Esperando un Tren" de Ignacio Aguero, que registra um curso de cinema para crianças no subúrbio de Santiago de Chile

• Mulheres Protagonistas: Yo, tú, Ismaelina", realização do Grupo Feminista Miércoles na Venezuela e a importância "imagética" das Madres de praça de Maio na Argentina

• "Cartografiando el Pasado", o documentário trabalha como ferramenta para reconstruir o sentido e a memória de processos históricos; Memoria Obstinada de Patrício Guzman e Rocha Que Voa, de Érick Rocha, são algumas realizações que se destacaram

• A virada do século marca também o vertiginoso crescimento do Cinema Independente graças ao barateamento dos modos de produção e o surgimento do chamado "home made", ou "Filmes Livres". O fato possibilitou filmes produzidos por novos autores como tribos indígenas, movimentos sociais e oficinas periféricas

• O Cinema Digital e os chamados "Filmes Livres" fecundaram também uma enormidade de curtas inventivos, criativos, nos quais a experimentação de lingagem se juntou a denúncias sociais. Os festivais de cinema que proliferaram também graças aos avanços digitais se tornaram a principal via de expressão destes curtas

•Conhecer produções contemporâneas de destaque, como Espero Tua (Re)Volta, de Elisa Capai (Brasil 2019), que retrata a luta estudantil paulista foi vencedor em importantes festivais como o de Cinema Político de Buenos Aires

•Debater sobre a importância das imagens do "real", numa época na qual alguns estudiosos falam de "Pós-verdade", onde a proliferação de nichos de informação em redes sociais e as "fake news" permitem que "cada qual tenha a sua verdade". Por outro lado, o impacto de imagens "indiscutíveis" se "viraliza" com potência imparável, como é o caso de George Floyd nos Estados Unidos

•Fazer uma retrospectiva "macro" do conteúdo apresentado no curso, e abrir espaço para os comentários finais dos estudantes

INVESTIMENTO

Até dia 22/09/2020 . 10x de R$ 78,00
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EAD 22 Set

Aula ao Vivo toda Terça às 19:00

48h | 4 semanas. Término previsto: 20/10/2020.
Obs: 4 encontros de 1 hora + horas de leitura, atividades e devolutiva do professor.

AVISE-ME QUANDO DISPONÍVEL

Noite

Aula ao Vivo toda Terça às 19:00


· Para melhor aproveitamento o aluno precisa dispor de 6 horas semanais, sendo 1 hora de aula ao vivo (streaming de vídeo) há cada 15 dias. O restante do tempo é dedicado a realização de atividades com feedback do professor, apreciação de vídeos gravados e materiais de leitura.

· Caso o aluno perca a aula ao vivo, poderá acessar o conteúdo gravado quando melhor lhe convir.

· Apenas serão apreciados e receberão nota os exercícios entregues no prazo estipulado.

· A aprovação no curso requer média aritmética igual ou superior a 75%, considerando as notas atribuídas aos exercícios em cada aula.

· As aulas são liberadas mediante avaliação dos exercícios. O aluno que não entregar no prazo irá receber conceito negativo. Poderão avançar para a aula seguinte, como os demais, mas terão a sua média final comprometida. É importante sublinhar que, não tendo atingido 75% de aproveitamento ao final do curso o aluno será considerado reprovado.

· Ter no mínimo 17 anos.