Vicente Ferraz

Vicente Ferraz

Dirigiu vários curtas e documentários no Brasil e na América Latina. Entre seus primeiros trabalhos estão “Carrera Contra el Tiempo” (1989) e “Perdidos en el Camino” (1991) que participaram em diversos festivais internacionais.

Seu primeiro longa-metragem, o documentário “Soy Cuba, O Mamute Siberiano” (2005), foi premiado nos Festivais de Gramado, Recife, Guadalajara, Lima, Chicago e da Seminci – Valladolid – Espanha. Foi o único representante do Brasil no Festival de Sundance 2005 e participou na seleção oficial do IDFA, Holanda. Foi comercializado para mais de 20 países.

Em 2007 foi convidado para dirigir um dos episódios do longa-metragem “O Estado do Mundo”. Para este projeto, foram selecionados seis diretores de diversos países. “O Estado do Mundo” participou da Seleção Oficial na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes.

Em 2010 participou do festival “E Tudo Verdade” com o documentário “Arquitetos do Poder” (2010) codirigido com Alessandra Alde e finalizou o longa-metragem de  ficção “O Último Comandante”, codirigido com Isabel Martínez. Este filme esteve na Seleção Oficial dos festivais de Rio, São Paulo, Fortaleza, Chicago, Beijin, Trieste entre outros.

O longa metragem de ficção “A Estrada 47”, coprodução entre o Brasil, Itália e Portugal sobre a participação do brasileiros na Segunda Guerra Mundial foi premiado como Melhor filme no último festival de Gramado, no Festival de Fortaleza e recebeu o prêmio Signis no Festival de Havana. Foi convidado pelo cineasta italiano Ettore Scola participar do BIFF – Bari International film Festival de 2015.

Jurado de vários festivais e concursos internacionais como Havana (Cuba), Fortaleza (Brasil), Foncine (Uruguay) , Cinergia (Costa Rica). Deu aulas na EICTV – Cuba,  Veritas (Costa Rica) e foi tutor de projetos para  a Fundación TyPA na Argentina.