Guilherme Farkas

Guilherme Farkas

Graduado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense. Realiza trabalhos com curadoria para mostras e festivais, colabora em revistas e publicações sobre som de cinema e  trabalha principalmente com captação e desenho de som para filmes.

No ano de 2011 trabalhou como assistente de programação na Cinemateca Brasileira (São Paulo/SP). Como curador, realizou em parceria com Jô Serfaty, a mostra Sonoridade Cinema (Caixa Cultural Rio de Janeiro/RJ – 2015), onde debatia sobretudo o som no cinema contemporâneo.

Entre os filmes que realizou o som, destaca-se: captação de som direto do documentário de longa metragem O Ceu Sem Eternidade (2009) de Eliane Caffé (6a Mostra de Cinema e Direitos Humanos da America do Sul); edição de som do curta-metragem Imóvel (2015), de Isaac Pipano (Festival do Rio, VIII Janela Internacional de Cinema do Recife e Festival Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira – Portugal); captação de som direto e desenho de som do curta-metragem Pra Morrer Basta Tá Vivo (2015) de Ian Capillé (26o Festival Internacional de curtas-metragens de São Paulo e VIII Semana dos Realizadores);  captação de som do curta metragem Javaporco (2014) de Will Domingos e Leandro Das Neves (VI Semana dos Realizadores, 18a Mostra de Tiradentes); captação de som direto do longa-metragem Peixe (2015) de Rafael Saar, em etapa de finalização; desenho de som do longa-metragem Andante (2016), em etapa de finalização.

Escreve sobre som de cinema na revista USINA e no portal Artesãos do Som.

Desde 2014 realiza, ao lado de Joice Scavone e Bernardo Marquez o Encontro Nacional dos Profissionais de Som do Cinema Brasileiro.

Natural de São Paulo, residente no Rio de Janeiro.