Depoimentos

De cineastas

 

A Academia Internacional de Cinema partiu do princípio que o aprendizado em cinematografia só é satisfatório quando a teoria e a prática caminham juntas, uma emulando e complementando a outra. Esse entendimento é o ponto de partida correto para quem se propõe a formar profissionais capacitados — técnica e artisticamente, nas diversas áreas do fazer cinematográfico.”

Carlos Ebert

Diretor de fotografia, e membro fundador da Associação Brasileira de Cinematógrafos (ABC).

”A Academia proporciona um incrível treinamento para quem está interessado em cinema. Os programas dos cursos integram arte e técnica, são completos, inspiradores e, acredito, beneficiam os alunos em todos os níveis de habilidade.”

Joshua Leonard

Diretor e ator americano, co-diretor de Beautiful Loosers e ator de A Bruxa de Blair.

”Uma nova escola de cinema em São Paulo vem ao encontro do desejo de fazer cinema que essa cidade tem.”

Paulo Morelli

Diretor de Cidade dos Homens, sócio-fundador da O2 Filmes.

”Trocar ideias com quem está ávido por trabalhar com audiovisual é uma experiência gratificante pra todos os envolvidos. O profissional pode conhecer as ideias que se encontram ainda embrionárias numa geração que surge e os alunos podem conhecer um pouco melhor as agruras do mercado de trabalho, preparando-se melhor pra ele. Foi um prazer estar entre vocês da AIC.”

Fernando Bonassi

Escritor e roteirista, autor do roteiro de Carandiru.

“Os alunos são bastante positivos e abertos. Eu tive estudantes maravilhosos e ótimos momentos no workshop. As respostas não podiam ter sido melhores. Estou feliz de saber que esta Academia existe, porque, baseado nos estudantes que eu vi, eles darão à Academia bastante credibilidade, se formando ótimos cineastas.”

James Ragan

Poeta, roteirista e dramaturgo, foi por 25 anos diretor do Professional Writing Program da Southern Califórnia University. Atualmente é “Distinguished Visiting Professor” na University of Oklahoma.

De ex-alunos da AIC

“Meus textos ficaram guardados por muito tempo. Passei boa parte da vida misturada em personagens de outras histórias. Era atriz. Em 2007, as palavras queriam ocupar espaço e eu também. A AIC foi o caminho, a possibilidade. Lá tive oportunidade de olhar a sério e dar vazão aos meus escritos. Escritores maravilhosos, aulas com dinâmicas absolutamente diferentes e alunos com objetivos comuns. Uma troca muito valiosa que me instigou a querer mais. Foram mais de dois anos. Criamos grupos de escrita e saraus. De lá para cá a literatura deixou de ser só admiração para passar a ser instrumento, continuidade, respiração. Se não tivesse estado ali, muito provavelmente minhas personagens e histórias continuariam empoeiradas. Esquecidas na famosa “gaveta”, de um mundo covarde.”

Beatriz Grimaldi

Beatriz Grimaldi é graduada em comunicação pela Cásper Líbero e em artes dramáticas pela Escola de Artes Dramáticas da USP. Premiada na Off Flip de 2008, participa das antologias “OFF FLIP 2008”, organizada por Ovídio Poli Junior, “Bicho de 15 Cabeças” (que reúne textos produzidos por alunos do curso de Criação Literária da AIC), por Marcia Mattos, “Visões diversas”, por Nelson de Oliveira, e da Revista Digital Zunái Poesia e Debates, por Marcelino Freire.

‘Vi muitos filmes na minha vida, e sempre tive desejo de me tornar um realizador. Mas fazer filmes me parecia tão distante e utópico. Ver filmes não significa que você saiba fazê-los. Decidi procurar uma escola de cinema que oferecesse não só um estudo teórico do processo cinematográfico, mas, principalmente, ferramentas que me dessem suporte para me tornar um profissional. A grade curricular da AIC engloba tanto a parte teórica, quanto a prática, de uma forma orgânica e muito estimulante para o aluno. Graças à formação adquirida na AIC, me tornei diretor profissional atuando no mercado publicitário e de cinema. ”

Cristiano Burlam

Diretor, entre outros, do longa metragem Corações Desertos que integrou a seleção oficial da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo (2006). Atualmente prepara o longa Sinfonia de um Homem Só, co-produção Brasil, França e Espanha; e dá aulas de Direção de Atores na AIC.

”O que mais gostei na AIC foi da experiência prática na produção de curtas-metragens. Isso acrescentou muito ao meu portfólio e tornou a experiência muito mais proveitosa. O curso abriu portas para minha carreira em diversos sentidos, o principal deles: mostrando como funciona o mercado profissional do cinema no Brasil e no exterior. ”

Katia Kreutz

Diretora e roteirista, seu mais recente curta, Superpoderes, foi premiado no 12º Cultura Inglesa Festival.

”O que mais gostei na AIC foram os momentos de produção. Sair a campo pela primeira vez, procurar locação. Tudo que envolve o processo de pré-produção, filmagem e pós-produção. Acho que são nesses momentos que cada um vai definindo o que quer e se quer permanecer na área.”

Felipe Camargo Adami

Diretor e roteirista de Noite Fria, selecionado para o 19º Festival Internacional de Curta Metragem de São Paulo.

”Todo o gosto pelo cinema, pelos sets de filmagem, pela criação e as amizades que fiz e perduram até hoje devo a esta instituição, que fez mudar o rumo da minha vida e de outras pessoas, que não conseguem mais largar o cinema. ”

Arnaldo Belotto

Diretor de diversos curtas, organizador do projeto Tubo de Ensaio, da Destilaria do Audiovisual, produtora que fundou em Curitiba com mais três ex-alunos da AIC.

”Em um certo momento, durante o curso de cinema na AIC, tive uma impressão da vida como um fractal, onde a parte é o todo, e o que seria um curso de cinema tornou-se um curso sobre a vida – múltiplas personalidades, relacionamentos, professores de diversos cantos do mundo, arte sentida em tempo integral – estudando o cinema, aprendi a projetar-me nesse filme que é o mundo e que agora assisto em tempo real.”

Dalson Carvalho

Diretor e roteirista do longa Depois de Nós (co-produzido pela AIC) e de diversos curtas, também ministra oficinas de cinema em Teresina, Piauí.

”A principal característica da AIC, no meu ponto de vista, é a sua extrema funcionalidade. Tanto no sentido da prática da filmagem, aonde desde o começo somos apresentados a todos os equipamentos e estágios de uma produção de cinema, como também no ensinamento teórico, aonde a AIC se destaca das outras escolas por trazer diretores e artistas do mundo todo para compartilhar suas experiências, ponto de vistas e questionamentos perante a arte cinematográfica. ”

Arthur Tuoto

Videoartista e crítico de cinema, tem filmes exibidos e premiados em festivais internacionais como Movil Film Fest em Barcelona e na Galeria Octobre em Paris, onde além de ser o mais jovem artista da exposição de narrativas digitais, foi o único brasileiro selecionado.

“Peguei a AIC perto de seu começo em Curitiba, e acompanhei durante 2 anos e meio sua evolução. Uma escola de cinema dependente extremamente de seus alunos, e mais do que os professores, as iniciativas tem que partir dos alunos, senão nem os melhores cineastas da terra poderão ensinar algo. A AIC foi muito forte em estimular isso em cada um. Nesse período de estudos descobri minha paixão dentro do cinema, que é a Direção de Fotografia: desafio de traduzir o que tem na cabeça do diretor a uma estimulação visual. Sou muito grato a AIC por gerar esta faísca que iniciou minha carreira.”

David Barkan

Diretor de fotografia que também trabalha com publicidade. No cinema, entre os vários longas em que trabalhou, destaca-se Theo (Seleção Oficial do Festival ACE 2008 de Nova York) e, entre os curtas, One (Seleção Oficial do Festival Internacional do Rio de Janeiro 2008).

“A AIC foi de grande importância para o meu desenvolvimento profissional. Sou da primeira turma de alunos, formado quando a Academia veio para São Paulo. Hoje vejo que a AIC se tornou umas das grandes escolas de cinema do Brasil por sua característica única em se fazer cinema da maneira que tem que ser feito: na prática, sem muita regra! Isso possibilita ao aluno o encontro de seu trabalho com o seu próprio “Ser Artista”. Passei por diversas áreas do cinema, trabalhei com grandes cineastas no Brasil e desde então vejo como a minha formação tem me dado base para me manter.”

Victor Ribeiro

Diretor de cena e ator.

“O curso de documentário da AIC me abriu as portas para um universo sempre almejado, mas aparentemente distante: o universo do cinema. As aulas de sábado não pesavam, arejavam nossas cabeças e aumentavam nossa vontade de fazer filmes. Agradeço à equipe pelas oportunidades que surgiram após o curso.”

Eliane Scardovelli

Eliane ScardovelliRepórter da TV Globo e diretora do documentário Muro, selecionado para a competitiva de curtas brasileiros do 43º Festival de Cinema de Gramado

“Sendo 100% honesto: uma vez inscrito no Filmworks da AIC, durante o curso você se sentirá confuso, haverá muita insegurança e frustrações. Nada será fácil, e provavelmente você sairá com a sensação de “não aprendi nada”… (…) Contudo, assim que ingressar no mercado de trabalho, a cada ano que passar você olhará pra trás e dirá: tudo o que sei, absolutamente tudo, eu aprendi ali na AIC.” 

Guilherme Tensol

Guilherme TensolStoryteller (roteirista-diretor-montador). Seu curta metragem Charming (“Encantado”) participou de diversos festivais internacionais como San Diego e Worldkids Film Fest. Foi capa do jornal The New York Times com o documentário Kite Fight (“Batalha de Pipas”). Atualmente finaliza o longa-metragem Supernova, produzido pela Mosquito Project e distribuído pela Pandora Filmes. Desenvolve a série de TV The Black Hole junto ao canal americano AMC / SundanceTV.